Correção visual — modo demonstração

Nenhuma chamada à API. A camada determinística roda de verdade sobre o texto; as marcações estruturais vêm do gabarito anotado à mão, no lugar do classificador.

Roteiro sobre citação, sem assunto distinto do tema, fechamento que retoma a lei da abertura. Discrimina as três regras do prompt v1.1.0 — nenhuma outra fixture o faz

Perfil baseado no edital TCU — Tribunal de Contas da União (2025). Confira o SEU edital — fatores mudam entre concursos da mesma banca.

Perfil
cebraspe-tcu-2025-aufc-discursivas
TL (linhas escritas)
20 (faixa 28–31)
Limite do edital
20 linhas — EXCEDENTE DESCARTADO
Fator
2
Períodos
8
Média/período
25.5 (dp 14.09)
Densidade de conectivos
5.71/100 palavras
Margem humana
± 2.50 pontos

Dupla correção: a nota de conteúdo é média de dois examinadores, considerados convergentes se diferirem em até 25% da nota máxima. Para este perfil isso são 2.50 pontos — é este o alvo de calibração do produto, não um erro médio arbitrário.

Nota — Camada C

O motor recusou o cálculo — e isso é o comportamento correto.

Ver a aritmética com NC e NE ilustrativos — números inventados, marcados como tal, só para mostrar o cálculo.

Modos:
Camadas visíveis

Segundo a Lei 11.340/2006, toda mulher goza dos direitos fundamentais inerentes à pessoa humana. No entanto, a violência contra a mulherTEMA ainda é fato frequente em nossa sociedade devido à incorporação do pensamento de dominação masculina pautada em relações de subjugação física. Logo, diante da gravidade dessa realidade, é necessário analisar as causasELEM, as barreiras encontradasELEM e a responsabilidade do Estado para a solução dessa problemáticaELEMTESE.

Inicialmente, mencione-se que a violência contra a mulher é consequência do machismo na sociedade, responsável pela cultura de sua objetificação, posicionando-a em situação de inferioridade em relação ao homem. Dessa forma, a despeito de a causa alegada para o ato de violência doméstica ser, geralmente, um motivo fútil (alcoolismo, uso de drogas, ciúmes, comportamento da mulher, questões financeiras), é o machismo, revelado no sentimento cotidiano de posse e de subjugação, que determina a maioria absoluta de casos desse tipo de violência.

Ademais, uma das principais barreiras para a mudança desse quadro é o elevado índice de subnotificação. Em vista disso, segundo pesquisa recente, 52% das mulheres vítimas de violência não denunciam o caso por medo de represália por parte do agressor, do agravamento da situação com a denúncia e do abalo da estrutura familiar. Quando há dependência financeira, a questão torna-se ainda mais complexa, visto que a denúncia pode comprometer a subsistência familiar.

Por fimCONCLUSIVA, é fundamental que o Estado atue, de forma enérgica, no combate a esse crime. Necessita-se, portanto, de políticas públicas eficientes que encorajem as vítimas a denunciar os agressores e de que o Estado tome atitudes rígidas de punição dos responsáveis para a prevenção desse crime, utilizando-se, por exemplo, das medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha.